An inspiration of the Princess and the Pea fairytale by Angela Missoni for Hästens.

Mais do que esconder o dinheiro debaixo do colchão há que saber aplicá-lo na qualidade da cama onde se dorme.

A qualidade da cama pode proporcionar maior longevidade com qualidade de vida mas não se coaduna com os materiais extremamente nocivos que compõem as camas que por aí abundam, nem se coaduna com os processos não menos nocivos a que esses materiais são submetidos para serem integrados nas camas.

Trata-se de materiais e processos tóxicos, hoje em dia vulgarmente utilizados na produção das camas e respetivos componentes, designadamente nos colchões como componente mais significativo quanto ao impacto que pode ter na referida qualidade de vida.

durante o sono (8 horas) fazemos entre 6.000 e 9.000 inalações

Acontecem situações em que alguém – embora durante a sua vida se tenha pautado por comportamentos sem risco como, por exemplo, não fumar ou não ingerir alimentos e outras substâncias questionáveis do ponto de vista dos seus efeitos no bem-estar pessoal -, surge com uma doença grave, incurável, sem que tenha histórico familiar que justifique esse surgimento.

É uma circunstância em que fará todo o sentido perguntar quais os materiais que compõem o colchão e a cama do quarto de dormir, com os quais o seu sistema respiratório (nariz, faringe, laringe, traqueia, brônquios, bronquíolos e alvéolos/pulmões) bem como a respiração cutânea (sendo a pele o maior orgão do corpo com cerca de 2m² e 4kg num adulto), têm estado em total contacto durante milhares e milhares de horas.

Sabe-se que não há materiais inertes, ou melhor, que para os tornar inertes o investimento seria incomportável, e então não se pode deixar de considerar que os materiais respiram e que, assim sendo, os materiais que constituem o colchão e a cama que se encontra no quarto de dormir respiram.

Ora, sendo estes materiais provenientes do processo químico da vulcanização do látex ou constituindo-se como químicos sintéticos derivados do petróleo, como acontece proliferadamente no mercado, enquanto se dorme nessas camas com esses colchões está-se a inalar o quê?

Há a notar com ênfase que os efeitos críticos na saúde, frequentemente irreversíveis, de quem dorme nessas camas com esses colchões, são silenciosos, tornando-se até inodoros a partir de certa altura da vida útil do colchão, não sendo perceptível como tal o elevadíssimo grau de perigosidade que efetivamente comportam.

o processo químico de vulcanização do látex e seus efeitos no corpo
(equipamento próprio p/ manter a sua saúde em segurança durante o sono num colchão de látex e/ou de derivados do petróleo)
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“Em 1839, Charles Goodyear descobriu o processo por acaso. Enquanto realizava experiências com borracha e enxofre, deixou cair acidentalmente a mistura num fogão quente. Em vez de derreter completamente, como acontecia anteriormente, a mistura carbonizou nas bordas, mas o material restante manteve a sua flexibilidade e adquiriu uma resistência notável ao calor” (in Google).
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“A vulcanização é um processo químico que envolve a adição de enxofre (ou outros agentes vulcanizantes) à borracha natural e o seu subsequente aquecimento sob pressão. O calor e o enxofre criam ligações cruzadas entre as moléculas longas de polímero da borracha, resultando numa matriz tridimensional que confere ao material maior elasticidade, resistência mecânica e estabilidade térmica” (in Google).

(acima dois dos processos químicos mais utilizados na vulcanização do látex natural para a fabricação de colchões)

“Os efeitos do látex no corpo são, na maioria das vezes, reações alérgicas que variam de leves (coceira, vermelhidão, espirros) a graves, como a anafilaxia (dificuldade respiratória, inchaço, tontura, perda de consciência), devido às proteínas da borracha natural, com sintomas que podem incluir dermatite de contato ou reações sistémicas como asma e conjuntivite, exigindo evitar o látex e procurar ajuda médica imediata em casos severos” (in Google).

(sleepwear fundamental para dormir sobre o látex vulcanizado ou sobre materiais químicos sintéticos derivados do petróleo)

derivados do petróleo usados na fabricação de colchões

“Os principais derivados do petróleo usados em colchões são o poliuretano (PU) para espumas (comuns, HR, viscoelásticas) e o poliestireno expandido (EPS, ou Isopor) em algumas estruturas, além de adesivos, retardadores de chamas e outros químicos, sendo o poliuretano a base de poliéster (Polio) derivado do petróleo…

Principais derivados:

Poliuretano (PU): a espinha dorsal dos colchões modernos, feito a partir de petroquímicos (poliol e isocianeto). Forma as espumas: Espuma convencional > barata e leve, usada em colchões de entrada | Espuma HR (Alta Resistência) > evolução do PU, mais densa e durável | Espuma viscoelástica (ou Espuma da NASA): adapta-se ao corpo, reduzindo pontos de pressão, feita de PU modificado.

  • Poliestireno Expandido (EPS/Isopor): usado por alguns fabricantes como alternativa de baixo custo para a estrutura interna, escondido sob as espumas.-
  • Adesivos e colas: usados para unir as diferentes camadas do colchão, frequentemente à base de petróleo e podem conter solventes.
  • Retardadores de chamas: adicionados para atender normas de segurança, são compostos químicos que podem incluir substâncias tóxicas.” (in Google)
para uma alternativa ao sono em colchões de látex ou de derivados do petróleo

Neste mesmo site, designadamente nas páginas SpaBedroom, theUtmostSleep®,mudar de cama apresentamos soluções para os críticos problemas de saúde e consequente limitada longevidade que podem ocorrer com grande probabilidade, diretamente decorrentes da qualidade do ambiente do quarto, bem como, da utilização de colchões tóxicos e respetivas camas, compostos pelos materiais referidos acima.

Aconselha-se também a consulta a: o sono como pilar essencial de um estilo de vida saudável, onde é desenvolvida a importância do sono na sua qualidade de um dos três pilares, e provavelmente o mais importante,  de um estilo de vida saudável, a par de uma dieta equilibrada e atividade física moderada.

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